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Miguel Cadilhe critica instituições públicas que vigiam os políticos.
( In Tsf ) Para Miguel Cadilhe instituições como o Banco de Portugal, Procuradoria-Geral da República e até Parlamento falharam na vigilância, por isso é que o país está deplorável. Miguel Cadilhe aponta o dedo ao Banco de Portugal, à Procuradoria-Geral da República, às entidades reguladoras e até Parlamento. Na opinião do antigo ministro das Finanças, as instituições públicas que fazem a vigilância dos actos políticos falharam. Para Miguel Cadilhe, «a classe política é irremediável, mas as falhas são de todos e colocaram Portugal num estado verdadeiramente deplorável». Miguel Cadilhe participou, esta manhã, numa conferência no Porto, organizada pela Associação Portuguesa de Seguradores. O tema era a poupança. Sobre este capítulo, Cadilhe não alterou o tom e afirmou a «necessidade de realizar uma reforma profunda das funções do Estado para acabar com com essa vergonha dos quase sistematicamente défices públicos». Para inverter este ciclo, Miguel Cadilhe exortou o governo a arrancar rapidamente com as reformas estruturais. Afinal, fazem parte do memorando assinado com a troika, mas continuam ausentes. Para Cadilhe «este Governo está em funções há sete meses e estou à espera que apareçam verdadeiras reformas estruturais importantes».
CGTP: "País não se endireita com políticas de direita".( In Dn ) Cerca de mil sindicalistas da CGTP-Intersindical estão a desfilar, em Lisboa, em direção ao Parlamento para protestar contra o agravamento das condições de trabalho. Ao som de palavras de ordem como "o país não se endireita com políticas de direita" e "não e não ao acordo do patrão", os dirigentes e ativistas sindicais da CGTP percorrem as ruas entre o Chiado e São Bento para manifetar o seu repúdio pelas medidas que têm sido tomadas no sentido de reduzir os salários e vários direitos laborais. Inicialmente, o protesto foi marcado contra o aumento extraordinário do horário de trabalho em meia hora diária, mas acabou de ser anunciado pelo carro de som que lidera a manifestção que a proposta legislativa do Governo, cuja a discussão pública terminava hoje, acaba de ser retirada da Assembleia da República. Com a celebração do acordo para o crescimento, competividade e emprego, hoje formalmente assinado pelo Governo e parceiros sociais, a iniciativa do Executivo para acrescentar meia hora diária de trabalho acabou por cair. O desfile é marcado pelo colorido das bandeiras sindicais e por cartazes com a imagem do Zé Povinho adelgaçado por um apertar de cinto forçado. |
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