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Page 5 of 8 Militares da GNR tentam invadir edifício do Governo.( In Jn ) Os militares da GNR que, esta quinta-feira, participam no "passeio contra as injustiças" derrubaram as barreiras de proteção montadas na Praça do Comércio, em Lisboa, conseguindo assim chegar à porta do Ministério da Administração Interna. Gritando "invasão, invasão", os militares derrubaram a barreira enquanto uma delegação da Associação dos Profissionais da Guarda (APG) e da Associação Nacional de Sargentos da Guarda (ANSG) entregava um documento reivindicativo. A PSP montou um cordão policial junto à porta do Ministério da Administração Interna de forma a evitar que os militares invadissem o edifício. Mais de mil militares da GNR protestam, esta quinta-feira, em Lisboa num "passeio contra as injustiças" que dizem estar a afetar os efetivos desta força de segurança. Na origem do protesto, promovido pela APG e ANSG, está a forma como foi aplicado o novo regime remuneratório, a anunciada extinção do subsistema de saúde da GNR e os problemas relacionados com a passagem à reforma. Os associados da APG saíram do Largo de Camões tendo-se juntado aos militares que pertencem à ANSG para juntos desfilarem até ao Ministério da Administração Interna, onde entregarão um documento. Segundo a APG, estão presentes na manifestação cerca de 1200 militares que vieram de vários pontos do país.
Governo "não está em condições" de garantir que TAP será exceção aos cortes salariais.( In Jn )
O Governo ainda "não está em condições" de garantir à TAP que a empresa será uma exceção na aplicação dos cortes salariais, disse, esta quinta-feira, o secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações.
"O Governo avalia todos os pedidos, mas não está em condições, ainda, de garantir, relativamente à TAP a ou qualquer outra entidade, que há exceção", afirmou aos jornalistas Sérgio Monteiro, à margem da assinatura do protocolo Iniciative.pt, que decorreu na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL). O secretário de Estado disse que o Executivo está "atento aos movimentos de natureza sindical" e tem tido "um diálogo profícuo com os sindicatos, procurando alertar para a importância de manter a paz social". "Temo-lo conseguido. Vamos ver se o sentido de responsabilidade de todos prevalece", acrescentou. Os trabalhadores da TAP têm contestado a aplicação dos cortes salariais e a suspensão dos subsídios de férias e Natal impostos pelo Governo. Esta quinta-feira, o presidente executivo da TAP, Fernando Pinto, afirmou acreditar que a resposta do Governo sobre o pedido de exceção aos cortes salariais feito pela companhia aérea surgirá "em breve". "Eu acho que [a resposta do Governo] está para breve", afirmou Fernando Pinto aos jornalistas, à margem de um evento no âmbito da Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL). A 25 de janeiro, a TAP enviou uma circular aos trabalhadores a informá-los que tinha "diligenciado oportunamente junto das autoridades competentes no sentido de serem estabelecidas as medidas de adaptação adequadas às especificidades das empresas do grupo", não tendo obtido uma resposta. Em 2011, a companhia aérea obteve o acordo do Governo para aplicar um regime de exceção, ao abrigo do qual os cortes salariais incidiram sobre os subsídios de férias e de Natal, em vez de afetarem a remuneração mensal, como aconteceu aos funcionários públicos e aos trabalhadores das empresas do Setor Empresarial do Estado. |
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