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Frente Sindical reclama aumentos de dois por cento.( in Tsf ) A Frente Sindical reclama um aumento de dois por cento nos salários para os funcionários públicos, proposta que tem em conta a «situação de crise no país». A Frente Sindical reclama um aumento de dois por cento para a Função Pública em 2011, proposta que esta estrutura considera justa pois este é valor previsto para a inflação no próximo ano. Ouvido pela TSF, o sindicalista Bettecourt Picanço indicou ainda que a proposta de aumento de salários é a igual à do «crescimento da inflação e simultaneamente a perda do poder de compra nos últimos dez anos e no ano de 2010 também». Esta estrutura sindical apresenta ainda uma proposta de actualização para as pensões, pois os «pensionistas também perderam poder de compra este ano». «Apresentamos também uma proposta de actualização de dois por cento dos escalões do IRS e apresentamos algumas propostas que têm a ver com a gestão dos recursos humanos na Administração Pública», acrescentou Bettencourt Picanço. Este sindicalista entende ainda que estas propostas têm em conta uma «situação de crise que o país», mas que «também aponta para algumas alterações para mobilizar as pessoas para sermos capazes de prestar melhores serviços públicos». «Temos uma administração pública que se tem de tornar mais eficiente, que tem de ser desgovernamentalizada e temos de trabalhar nesse sentido», concluiu.
STE apresenta hoje caderno reivindicativo para 2011.( In Tsf )
Tal como tem acontecido nos últimos anos, o STE vai ser a primeira estrutura sindical a apresentar ao Ministério das Finanças o caderno reivindicativo, cujo ponto forte será a proposta de aumento salarial para o próximo ano. A proposta é subscrita pelo STE, filiado na UGT, e cinco sindicatos independentes - os sindicatos dos Professores Licenciados, dos Trabalhadores dos Impostos, dos Enfermeiros, dos Profissionais de Enfermagem e dos Profissionais de Polícia. A Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública, afecta à CGTP, vai aprovar o seu caderno reivindicativo a 07 de Setembro, numa reunião do órgão coordenador dos seus sindicatos, que será depois ratificado em cimeira de sindicatos, a 22 de Setembro. A Frente Sindical da Administração Pública, afecta à UGT, ainda não tem reunião marcada para a discussão do respectivo caderno reivindicativo.
Número de reformados cai 19% até Setembro.( In Tsf ) Segundo contas feitas pela agência Lusa com base nas listas da Caixa Geral de Aposentações (CGA) divulgadas esta segunda-feira, este valor significa uma quebra de 19 por cento no número de funcionários públicos que passaram nos nove primeiros meses deste ano para a reforma, em relação a igual período do ano passado. Na origem desta quebra pode estar a entrada em vigor, a 29 de Abril, das novas regras que aumentaram de 4,5 para 6 por cento a penalização aplicada às reformas antecipadas. A Educação, que continua a ser o ministério que mais funcionários públicos perde para a reforma, sofreu uma das maiores quebras (43 por cento), para um total de 2.927 trabalhadores, menos 2.174 pessoas do que em igual período do ano passado. Em segundo lugar surge o Ministério do Ambiente, que integra os trabalhadores das autarquias, com 2.080 aposentados a saírem nos nove primeiros meses do ano, menos 125 do que no ano passado. Segue-se o Ministério da Saúde, onde até Setembro passam para a reforma um total de 2.927 funcionários, menos 34 por cento por cento do que em igual período do ano passado (uma redução de 1.048 trabalhadores). Do lado das subidas, destaque para os serviços da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Polícia de Segurança Pública, onde o número de funcionários que passou para a reforma até Setembro aumentou. Nos primeiros nove meses do ano passam para a reforma 719 funcionários da GNR (contra 88 dos mesmos meses de 2009) e 297 da PSP (quando no ano passado tinham sido apenas 92). A entrada em vigor do Orçamento do Estado para 2010 significou uma penalização acrescida para as reformas antecipadas, que passou a ser de 6 por cento por cada ano de antecipação da reforma (em vez dos 4,5 por cento que vigoravam até à data). O Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) também prevê a antecipação para 2012 ou 2013 da convergência da idade da reforma com o sector privado, para os 65 anos. Com estas alterações ao cálculo das pensões, o Governo estimou poupar 300 milhões de euros até 2013. O Executivo propôs também que o valor das novas pensões de aposentação a atribuir a partir deste ano seja calculado tendo em conta a remuneração auferida em 2005, em vez do último salário. |
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