www.mamboteam.com
Espaço função pública http://go-css.com/mambo/templates/waterandstone_blue/images/img_header.jpg
HOME arrow 2º SEMESTRE DE 2010
Sábado, 19 Maio 2012
 
 
2º semestre de 2010

 

Banco de Portugal prevê estagnação do crescimento em 2011.

( In Tsf por Isabel Meira )

O BdP avisa que o plano de austeridade vai ter um impacto negativo a curto prazo, mas defende que a estratégia de combate ao défice é indispensável a um crescimento sustentável a médio e longo prazo.

Zero por cento de crescimento para o próximo ano, prevê o regulador. Trata-se de uma revisão ligeiramente em baixa da actividade económica face às últimas projecções, que estimavam um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 0,2 por cento em 2011.

Na hora de fazer as contas, o Banco de Portugal incluiu apenas as medidas de política orçamental já autorizadas em termos legais ou, acrescenta o regulador, com elevada possibilidade de aprovação legislativa.

Fica por isso de fora o PEC3, mas, tal como o Fundo Monetário Internacional (FMI), também o Banco de Portugal deixa desde já o aviso: o novo pacote de austeridade vai empurrar a economia portuguesa para a recessão.

O regulador nota ainda que o impacto negativo vai ser exacerbado pelo facto de vários países da Zona Euro também estarem a atravessar processos de consolidação orçamental.

O segundo boletim com Carlos Costa à frente do banco central vai mais longe e admite que pode ser preciso voltar a apertar o cinto para que seja possível equilibrar as contas públicas.

Para este ano, o Boletim de Outono do Banco de Portugal faz uma revisão em alta, de 0,9 para 1,2 por cento

A nova análise sublinha que tanto a procura interna como as exportações vão crescer mais do que o previsto, impulsionando a trajectória ascendente da Economia.

Quanto à inflação, o Banco de Portugal mantém a estimativa de 1,4 por cento este ano, mas para o próximo ano faz uma ligeira revisão em baixa: passa de dois pontos percentuais para 1,8 por cento.

 

 

UGT e CGTP reúnem-se esta quinta-feira para discutir greve geral conjunta.

( In Tsf )

As duas centrais sindicais encontram-se ao mais alto nível para discutir uma greve geral conjunta, a 24 de Novembro, contra as medidas de austeridade anunciadas pelo Governo. 

Esta quarta-feira, quando questionado sobre a realização de uma greve geral, João Proença, líder da UGT, fez saber que as coisas estão bem encaminhadas.
 
O encontro desta quinta-feira entre a CGTP e a UGT é determinante para o envolvimento das duas centrais sindicais na greve geral, dado que permitirá a definição conjunta dos objectivos da luta. 
 
A reunião foi marcada na sequência de contactos informais entre as duas centrais, após o anúncio de novas medidas de austeridade pelo Governo. 
 
Caso se concretize o acordo entra as duas centrais sindicais, esta será a segunda greve geral conjunta. 
 
A CGTP, que já realizou cinco greves gerais, anunciou uma sexta greve geral para 24 de Novembro, após a divulgação feita pelo Governo das novas medidas de austeridade para o próximo ano. 
 
A única vez que as duas centrais sindicais realizaram uma greve geral conjunta foi em 1988, contra o pacote laboral do Governo de Cavaco Silva. 
 
O Executivo anunciou a 29 de Setembro um conjunto de medidas de austeridade com o objectivo de consolidar as contas públicas, entre as quais o corte de cinco por cento na massa salarial da função pública, o congelamento das pensões em 2011 e o aumento em dois pontos percentuais do IVA, que passará a ser de 23 por cento.
   
O Governo de Sócrates decidiu congelar os investimentos públicos, cortar os benefícios sociais e também os benefícios fiscais das empresas e criar um imposto sobre o sector financeiro. 
 
Estas medidas têm de ser aprovadas na Assembleia da República para entrarem em vigor.

 


 
< Ant   Prox >
 
Top! Top!