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2º SEMESTRE DE 2009
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Directora dos Centros de Saúde desdramatiza surto de gripe A.

 

No Barreiro mais duas turmas foram, esta quarta-feira, enviadas para casa com sintomas de gripe.O delegado de saúde local já fala em surto, mas nos Centros de Saúde e no hospital Nossa Senhora do Rosário visitado esta tarde pela TSF não se verifica qualquer situação de ruptura.

Contactada pela TSF, Maria Manuela Marques, directora executiva dos Centros de Saúde do Barreiro, Montijo, Moita e Alcochete desdramatizou esta situação.

«Nos últimos dias temos notado um aumento, mas não é um aumento excessivamente preocupante. As pessoas estão mais despertas para o problema, mas não temos nenhuma situação de ruptura», avançou.

Também a direcção clinica do hospital de Nossa Senhora do Rosário garantiu, esta tarde, à TSF que  a afluência de doentes é a habitual nesta época do ano.

A urgência para a gripe A ainda nem sequer abriu, mas a direcção clinica admite que a unidade de atendimento poderá começar a funcionar nos próximos dias, primeiro a pediátrica, depois a unidade para adultos.

A Administração Regional de Saúde do Norte confirmou também, esta quarta-feira, a existência de focos de gripe A em duas escolas do Porto, uma da Trofa e outra de Valpaços, para além dos casos detectados em Valença.

( in tsf )

 


Oposição promete apontar falhas e exigir respostas ao Governo.

 

O PSD pretende questionar o Governo sobre Educação, mas também sobre a competitividade das empresas e a criação de emprego. São algumas das áreas em que os social-democratas acreditam marcar diferenças claras, sublinhou à TSF o vice-presidente laranja, J osé Pedro Aguiar-Branco.

«Temos um programa que definiu cinco prioridades, entre as quais, a aposta nas pequenas e médias empresas e a educação. Matérias que marcaram a diferença da posição do PSD», destacou Aguiar-Branco.

O partido popular elege como prioridades a redução dos impostos, que pesam sobre as empresas e sobre a classe média, e defende também a alteração das leis penais, como antecipou é o líder da bancada do CDS-PP, Pedro Mota Soares.

«Gostavamos de ver, por exemplo a possibilidade de se desagravam impostos sobre classe média e empresas, a alteração das leis penais, outro exemplo, as pensões de reforma e o subsidio de desemprego», destacou Mota Soares.

O Bloco de Esquerda considera que o progarama do Governo não apresenta soluções para a crise, mas para evitar o descalabro mostra disponibilidade para negociar caso a caso, ideias sublinhadas à TSF pelo deputado F ernando Rosas.

«Este programa é mau para o país e sem soluções para a crise, mas achamos que apresentar uma moção de rejeição, neste momento, era mergulhar o país numa enorme confusão política institucional. Achamos, [por isso], que se deve negociar», salientou o bloquista.

O PCP também não considera necessário apresentar uma moção de rejeição para sublinhar as diferenças claras de projecto. o líder da bancada comunista, B ernardino Soares, alinhou à TSF algumas das questões que querem ver respondidas pelo Executivo.

«Há uma série de matérias sobre as quais não há resposta no programa do Governo, como o emprego, desemprego, avaliação dos professores, precariedade, apoio às pequenas e médias empresas, [entre outras], e com as quais vamos confrontar o Governo com a necessidade de uma mudança», referiu Bernardino Soares.

O debate do Programa do Governo tem início esta quinta-feira pela 10:00 e vai ser transmitido em directo na emissão da TSF.

 

 



 
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