| 2º SEMESTRE DE 2009 |
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Sindicatos rejeitam justificação de ministra da Educação( in tsf )
A Federação Nacional dos Sindicatos da Educação (FNE) e a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) rejeitam que tenha sido uma dificuldade de diálogo a dificultar a relação com o Ministério da Educação, como afirmou José Sócrates e reiterou a ministra Maria de Lurdes Rodrigues. O dirigente da FNE, João Dias da Silva, rejeita que os problemas entre a ministra da Educação e os professores possam ser explicados com o modo como foram dialogando. «Todos falámos português durante estes cinco anos e creio que as mensagens foram claras e o Ministério da Educação quis fazer sentir a todo o tempo uma imagem desvalorizadora dos professores», justificou João Dias da Silva. «Portanto, a minha discordância total daquilo que é uma apreciação superficial que a ministra está agora a fazer», concluiu. Também o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, considera que as dificuldades de comunicação invocadas por Maria de Lurdes Rodrigues e José Sócrates, são uma falsa questão. «Esta sucessão de declarações e aparentes arrependimentos são até um pouco absurdos. A três semanas de eleições, quem não fez, diz que teria feito e quem fez mal, agora reconhece que deveria ter sido feito de outra forma», explicou. «Mas não chegámos ao que chegámos por razões de mal entendidos ou até de falta de delicadeza, mas o problema foram as medidas», sublinhou Mário Nogueira Impostos em guerraO Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos (STI) prepara-se para reforçar a frente de batalha com o Governo: perante mais um adiamento do Ministério das Finanças sobre a concessão aos cerca de 12 mil trabalhadores da máquina fiscal do vínculo vitalício ao Estado, o STI admite entregar os cartões de funcionário da Direcção-Geral de Contribuições e Impostos (DGCI) ao Presidente da República.Ontem, a reunião da direcção do STI com o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, para debater a adaptação da lei dos vínculos, carreiras e remunerações à DGCI, resultou em mais um insucesso. Por isso, Carlos Lobo ficou de apresentar uma nova proposta a 4 de Setembro. Para Marcelo Castro, vice-presidente do STI, como "o Governo tem adiado a resolução do problema [sobre a concessão do vínculo vitalício ao Estado aos funcionários da DGCI], admitimos avançar com uma greve e entregar os cartões de funcionário ao Presidente da República". Para já, o STI agendou para amanhã uma reunião com os dirigentes sindicais de todo o País, com vista a avaliar a situação e ponderar as medidas de luta que irão ser desencadeadas nos próximos tempos. A redução das remunerações e o vínculo por nomeação são as principais divergências em causa. |
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