| 2º SEMESTRE DE 2009 |
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Provedor de Justiça afirma que não ficou esclarecido com declaração do PR.O Provedor de Justiça, Alberto Sousa, revelou esta tarde aos jornalista, que o Presidente da República, Cavaco Silva, ainda não explicou tudo sobre o caso das alegadas escutas a Belém. Um dia depois da declaração de Cavaco Silva, o Provedor confessou que não ficou esclarecido. «Basta ler a comunicação social de hoje, [quarta-feira], parece que não há ainda um completo esclarecimento sobre este problema das escutas em Belém, se houve, se não houve. Se houve, quem foi», afirmou o Provedor de Justiça. Alberto Sousa considerou ainda que não foi até ao momento dado um esclarecimento completo sobre a alegada vigilância do Governo ao Palácio de Belém. Os técnicos de diagnóstico e terapêutica sentem-se discriminados em relação a outros profissionais da saúde, na forma como não são avaliados e consideram que estão impedidos de progredir na carreira. O Sindicato das Ciências e Tecnologias da Saúde avisa que esta greve pode afectar o funcionamento dos hospitais. «Estamos à espera de uma grande adesão, porque a indignação também é muito grande. O ideal será não se deslocar ao hospital, porque muito provavelmente não haverá raio X, nem análises, nem consultas ou não poderá ser feita porque não há exames de diagnóstico. O melhor será adiar ou marcar para outro dia», explica Edgar Loureiro. A Fenprof exigiu, esta sexta-feira, um sinal inequívoco de mudança do novo Governo relativamente à política de Educação, uma vez que esta até foi uma temática em destaque na recente campanha para as legislativas. Em declarações à TSF, Mário Nogueira defendeu a suspensão do actual modelo de avaliação «que só não passou devido à maioria absoluta» e também o «fim da divisão da carreira dos professores». Para este sindicalista, estas mudanças seriam «dois sinais inequívocos de que se pretende mudar não apenas alguns aspectos que têm a ver com o funcionamento das escolas, com a carreira dos professores, com as condições em que exercem as suas funções». Segundo Mário Nogueira, decisões como estas fariam também com que entrasse «numa era de diálogo e de negociação que são fundamentais para que a escola portuguesa possa dar a resposta adequada aos desafios com que hoje se confronta». |
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