| 2º SEMESTRE DE 2009 |
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UGT preocupada com acusação de traição feita por sindicato da CGTP.In tsf
Depois de o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local ter acusado a UGT de traição, José Abraão, membro do secretariado nacional daquela central sindical, mostrou-se preocupado e criticou a data da greve dos trabalhadores da administração local. A troca de palavras entre os sindicatos resulta da data da greve dos trabalhadores da administração local, afectos à CGTP, no próximo dia 16 de Setembro, ou seja, em pleno período de campanha eleitoral. A UGT vê a acusação de traição feita por aquele sindicato «com preocupação» e considera que a CGTP pretende «justificar a greve do próximo dia 16, em plena campanha», disse José Abraão, que também faz parte da Federação Sindical da Administração Pública (FESAP). «Por consequência disto», acrescentou, «a UGT não está muito vocacionada para tomar atitudes que mais parecem servir partidos políticos em concreto do que os interesses dos trabalhadores». O sindicalista acrescentou que não estranhou a posição da CGTP, lembrando que quando «houve uma adaptação dos diplomas da reforma da administração pública à administração local», a central sindical teve uma «reacção semelhante», acusando de «traidores quem tem na negociação a melhor forma de defender os interesses dos trabalhadores» Trabalhadores da administração local marcam greve em período de campanha.in tsf Os trabalhadores da administração local, afectos à CGTP, vão fazer greve, no próximo dia 16 de Setembro, ou seja, em pleno período de campanha eleitoral. À TSF, o sindicalista Manuel Mendes garantiu que a data não foi escolhida devido à campanha. Os trabalhadores da administração local afectos à CGTP, convocaram uma paralisação nacional para a próxima quarta-feira, dia 16 de Setembro. Manuel Mendes, do Sindicato dos trabalhadores da Administração Local (STAL), revelou em declarações à TSF que a data escolhida não teve qualquer relação com a campanha eleitoral. «Em Julho decidimos avançar para uma jornada de luta e a gravidade da situação é de tal ordem, que não nos restou alternativa se não colocar como arma na mão dos trabalhadores, a greve», esclareceu Manuel Mendes. O sindicalista avançou que os motivos da greve estão associados à precariedade e à mobilidade especial dos trabalhadores da administração local. Manuel Mendes acusou ainda a UGT de traição aos trabalhadores, afirmando que aquele sindicato «tem servido de muleta do Governo». A TSF tem procurado sem sucesso uma reacção da UGT a estas declarações |
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