| 2º SEMESTRE DE 2009 |
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Federação dos Sindicatos da Função Pública entrega mais de 10 mil assinaturas.É o primeiro de uma série de protestos que vão marcar esta campanha eleitoral. A Federação dos Sindicatos da Função Pública entrega, esta segunda-feira, na residência oficial do primeiro-ministro um abaixo-assinado com mais de dez mil assinaturas. A estrutura sindical afecta à CGTP exige a revogação da lei que definiu o sistema de avaliação na Função Pública que está em vigor há dois anos. A sindicalista Ana Avoila adianta que os protestos vão continuar apesar do início da campanha e considera que esta é mesmo a melhor altura para entregar o abaixo-assinado. «É a altura ideal para entregar ao primeiro-ministro as primeiras assinaturas de um descontentamento muito grande que se vive na administração pública», disse Ana Avoila, considerando que este é o momento certo para fazer um balanço. «Os trabalhadores têm que saber a quem fazer reivindicações e quem lhes fez mal. Lembro que a Frente Comum entregou um manifesto a todos os partidos e que o partido do Governo nem se dignou a responder», adianta. O Governo vai enfrentar um aumento da contestação social. Pelas contas da agência Lusa estão previstas pelo menos oito greves e nove manifestações. Enfermeiros, pilotos e professores são algumas das profissões com acções de protesto ou greves já agendadas. Sindicatos dos enfermeiros decidem avançar para manifestação.Os sindicatos dos enfermeiros admitiram marcar uma greve ainda antes das legislativas, mas optaram por anunciar apenas uma manifestação frente ao Ministério da Saúde no próximo dia 18 de Setembro. Os sindicatos dos enfermeiros admitiram esta quinta-feira marcar uma greve ainda antes das legislativas, mas acabaram por anunciar apenas uma manifestação frente ao Ministério da Saúde na próxima semana, dia 18 de Setembro. Será um protesto contra a última proposta de grelha salarial apresentada pela tutela. Guadalupe Simões, presidente do sindicato dos enfermeiros portugueses, disse à TSF que espera uma forte participação. «Todas as estruturas sindicais vão desenvolver todos os esforços possiveis no sentido de termos cá o maior número de enfermeiros no dia 18. Estamos conscientes que os enfermeiros não querem a proposta do Ministério da Saúde e estão mobilizados», afirmou a sindicalista. Se este Governo ou o próximo não cederem, os protestos garante Guadalupe Simões vão continuar. «Se o Ministério da Saúde evoluir na sua posição, naturalmente que há todo o espaço para haver um acordo com este Governo e com o Ministério. Caso isso não aconteça, garantimos que continuaremos a lutar com este ou com qualquer outro Governo para conseguirmos os objectivos que consideramos justos», avançou. A presidente do sindicato dos enfermeiros mantém, no entanto, disponibilidade para ouvir novas propostas do Ministério da Saúde. |
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