| 1º semestre de 2010 |
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Page 1 of 11 ( In tsf / 30 junho 2010 ) O Governo confirmou, esta segunda-feira, que vai prescindir a partir de Agosto de enfermeiros nos centros de orientação de doentes urgentes (CODU). A Ordem dos Enfermeiros lamenta esta decisão. O Ministério da Saúde confirmou esta noite, de segunda-feira, à TSF que a partir de 1 de Agosto vai deixar de contar com os enfermeiros nos centros de triagem do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM). O secretário de Estado adjunto da Saúde, Manuel Pizarro garantiu, à TSF, que esta alteração estava prevista há muito tempo. «Os CODU's continuarão a funcionar com médicos e com técnicos de atendimento de emergência, o que aconteceu sempre em Portugal visto que a participação dos enfermeiros nestes centros esteve sempre prevista como transitória e esteve relacionado com um período em que foram implementadas as novas ambulâncias as SIV», esclareceu o secretário de Estado adjunto. Uma decisão «incorrecta» na opinião do dirigente da Ordem dos Enfermeiros, Júlio Branco. «É uma decisão que é tomada unilateralmente, ou seja, de forma não fundamentada em qualquer avaliação ou estudo que prove que não há uma efectiva mais valia na presença dos enfermeiros nos CODU. Portanto, a Ordem [dos Enfermeiros] naturalmente que discorda desta decisão e responsabiliza o Ministério [da Saúde] pelas implicações que ela poderá ter na actividade da emergência pré-hospitalar», referiu Júlio Branco. Ainda assim, Manuel Pizarro assegurou que o Ministério da Saúde está «muito seguro de que esta decisão garante a melhoria do atendimento aos cidadãos». ( in tsf / 30 junho 2010 ) O gabinete do Ministério das Obras Públicas confirmou à TSF, que o Governo decidiu adiar por 30 dias a entrada em vigor da cobrança de portagens nas SCUT. O Ministério dad Obras Públicas avançou, ao início da noite, à TSF que a cobrança de portagens nas SCUT Grande Porto, Norte Litoral e Costa de Prata foi adiada 30 dias, ou seja, para 1 de Agosto. Em comunicado do Ministério pode ler-se que esta decisão «tem em conta a votação recentemente ocorrida na Assembleia da República e a vontade do Governo de continuar a desenvolver todos os esforços para obter um acordo político que permita, com justiça e equidade, executar esta medida que consta do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) com o qual Portugal se comprometeu». O porta-voz da Comissão de Utentes das SCUT, José Rui Ferreira registou com esta decisão o que considerou ser «um primeiro sinal» mas que ainda não satisfaz quem tem contestado a cobranças das portagens. «O que se impunha face ao que aconteceu na Assembleia da República e com as tomadas de posição de alguns responsáveis políticos, era que o Governo adiasse todo este processo e desencadeasse as negociações. Este é um primeiro sinal mas o nosso objectivo é que não hajam mesmo portagens», sublinhou. Já Carlos Barbosa, presidente da ACP (Automóvel Clube de Portugal) não se mostrou surpreendido com este desenvolvimento daquilo que classifica de «trapalhada». «[Esta decisão] é a consequência de toda esta 'trapalhada' que foi a questão das portagens nas SCUT. Portanto, o Governo está a dar no fundo mais um mês para ver se consegue chegar a um entendimento com o maior partido da oposição», destacou. Para que as portagens possam ser cobradas, é necessário que os veículos estejam equipados com um Dispositivo Electrónico de Matrícula (DEM), que pode ser reservados nos CTT. |
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1º SEMESTRE DE 2010 



