| 1º semestre 2009 |
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Espera-se um ano melhor para a função pública( in diario economico ) Estado deve aliviar regra “dois por um”, diz Proença. O ano que agora começa promete dificuldades acrescidas e os sectores que vivem de qualificações mais baixas serão os mais afectados, diz o secretário-geral da UGT. Em ano de crise, João Proença defende que o Estado deve conter as transições para a mobilidade especial. Haverá sectores mais afectados com a crise? Há quem preveja um ano com evolução dual: muito difícil para os desempregados e melhor do que o previsto para quem tenha assegurado posto de trabalho. Será assim? E no Estado? Em ano de crise, a regra de entra um novo funcionários na Função Pública por cada dois que saem deve ser suspensa? O Código do Trabalho é um instrumento eficaz para responder à nova conjuntura? Ou o Governo devia aproveitar o regresso do diploma ao Parlamento para novas alterações?
Funcionários públicos ganham poder de compra
Impostos para pagar a Administração Pública( in jn ) Os números do Instituto Nacional de Estatística não mentem: nos últimos anos, a percentagem dos impostos que é dedicada à Administração Pública tem vindo sempre a aumentar. Mário Baptista No ano passado, estava nos 37,5%, e a tendência é para ir aumentando. A pergunta é: isto é bom, porque significa que o Estado dá cada vez mais serviços aos seus cidadãos, ou é mau porque o Estado consome cada vez mais recursos? A resposta é... ambas, mas com um senão. O aumento da percentagem dos impostos dedicada é, em si, uma notícia positiva, mas ela só pode ser positiva (e daí o senão) se a isso corresponder um aumento da qualidade dos serviços públicos. Não é preciso ser um estudioso do funcionamento da função pública para perceber que nem sempre isso acontece. A Administração Pública portuguesa está envelhecida, incapaz de responder aos desafios do século XXI, e o Governo sabe-o. Para além do consumo de recursos cada vez mais limitados (mais de metade do que os portugueses produzem anualmente), o Estado é frequentemente criticado pela lentidão dos processos (basta olhar para a Justiça), pela excessiva burocratização dos procedimentos (Administração Fiscal) e pela falta de resposta às necessidades dos cidadãos (listas de espera na Saúde).
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1º SEMESTRE DE 2009 



