www.mamboteam.com
Espaço função pública http://go-css.com/mambo/templates/waterandstone_blue/images/img_header.jpg
HOME arrow 1º SEMESTRE DE 2009
Segunda, 06 Fevereiro 2012
 
 
LEGISLAÇÃO
DGAEP
DIÁRIO REPUBLICA
COMUNIDADE
DONATIVOS EFP
FORUM
CHAT
O MEU BLOG
VÊR BLOGS
ENVIAR DOCUMENT / DOWNLOADS
NOTICIAS
FUNÇÃO PÚBLICA
2º SEMESTRE DE 2011
1º SEMESTRE DE 2011
2º SEMESTRE DE 2010
1º SEMESTRE DE 2010
2º SEMESTRE DE 2009
1º SEMESTRE DE 2009
2º SEMESTRE DE 2008
1º SEMESTRE DE 2008
PORTUGAL
DESPORTO
ENTRETENIMENTO
INTERNACIONAL
UTILIDADES
PORTAL GOVERNO
PORTAL DO CIDADÃO
FARMACIAS
DECO
METEOROLOGIA
TRADUTOR GOOGLE
DICIONÁRIO
Bem vindo Visitante.






Perdeu a sua password?
Visitas hoje: 482
Visitas ontém: 397
Visitas este mês: 3451
Visitas totais: 351955
Max.visitas diárias: 1026
  ocorridas: 2009-1-28
Max.visitas mensais: 20687
  ocorridas: 2009-1
Paginas hoje: 3588
Paginas ontém: 3163
Paginas este mês: 25078
Paginas totais: 2392792
Data since: 2008-04-13
JORNAIS ONLINE
DIÁRIO DE NOTÍCIAS
EXPRESSO
DIÁRIO DIGITAL
A BOLA
O JOGO
RECORD
JORNAL DE NOTÍCIAS
1º semestre 2009
 

 

Espera-se um ano melhor para a função pública

 ( in diario economico )

Estado deve aliviar regra “dois por um”, diz Proença.

O ano que agora começa promete dificuldades acrescidas e os sectores que vivem de qualificações mais baixas serão os mais afectados, diz o secretário-geral da UGT. Em ano de crise, João Proença defende que o Estado deve conter as transições para a mobilidade especial.

Haverá sectores mais afectados com a crise?
Os mais afectados são sectores que vivem de baixos níveis de qualificação e salários, normalmente trabalho intensivo. A crise no têxtil, vestuário, calçado, será particularmente grave. Mas há sectores de alta tecnologia, que produzem muito para exportação e, face à crise internacional, também são afectados. Também o sector da construção civil é um ponto de interrogação.

Há quem preveja um ano com evolução dual: muito difícil para os desempregados e melhor do que o previsto para quem tenha assegurado posto de trabalho. Será assim?
A crise gera grande insegurança no emprego. Mesmo empresas em sectores com boas perspectivas poderão ser atingidas. E todos falam em crise. Pode haver alguns empresários que aproveitam a palavra para diminuir efectivos.

E no Estado?
Face aos anos anteriores, em que até para combater o défice os salários e as condições de trabalho foram fortemente afectadas, prevê-se que o ano seja positivo, na medida em que os salários vão crescer 2,9% e a inflação pode ficar abaixo dos 2%. Por outro lado, não se prevê qualquer despedimento colectivo, quanto muito poderá haver alguns trabalhadores colocados em mobilidade especial. E, daí, acho que o Estado faz muito mal se em 2009 reforçar as mobilidades e a instabilidade no emprego. Pelo contrário, poderá gerar, de maneira moderada, alguns postos de trabalho, directos e indirectos.

Em ano de crise, a regra de entra um novo funcionários na Função Pública por cada dois que saem deve ser suspensa?
As despesas com os trabalhadores têm um peso muito significativo no Orçamento do Estado. Diminuiu nos últimos anos pela contenção em termos de salários e emprego, mas ainda continua elevada. Acho que o Estado deve procurar aliviar um pouco essa regra mas ter presente que os maiores geradores de emprego não podem estar no Estado, mas sim no sector privado... Com a dinamização da construção civil ou do próprio apoio à área social, o Estado poderá gerar muitos postos de trabalho indirectos através da iniciativa privada.

O Código do Trabalho é um instrumento eficaz para responder à nova conjuntura? Ou o Governo devia aproveitar o regresso do diploma ao Parlamento para novas alterações?
Acho que não, salvo aquela que resultou da decisão do Tribunal Constitucional. A legislação tem de se adaptar à evolução da economia e da sociedade mas é, sobretudo, um factor estrutural. A legislação do Trabalho foi pensada não em termos de resposta a uma conjuntura, mas em termos de um desafio, que é o de Portugal adaptar o mercado de trabalho, por via da negociação colectiva

Funcionários públicos ganham poder de compra

 ( in diario economico )

Os funcionários públicos vão ganhar mais poder de compra do que o previsto. O Banco de Portugal prevê que a inflação em 2009 não ultrapasse 1%, valor inferior às actualizações salariais de 2,9% na função pública.

A confirmar-se o cenário, os funcionários públicos vão, em ano de crise, interromper o ciclo de perda de poder de compra iniciado em 2000, período no qual as actualizações salariais foram sempre inferiores à inflação.


 

Impostos para pagar a Administração Pública

( in jn )

Os números do Instituto Nacional de Estatística não mentem: nos últimos anos, a percentagem dos impostos que é dedicada à Administração Pública tem vindo sempre a aumentar.

Mário Baptista

No ano passado, estava nos 37,5%, e a tendência é para ir aumentando. A pergunta é: isto é bom, porque significa que o Estado dá cada vez mais serviços aos seus cidadãos, ou é mau porque o Estado consome cada vez mais recursos? A resposta é... ambas, mas com um senão. O aumento da percentagem dos impostos dedicada é, em si, uma notícia positiva, mas ela só pode ser positiva (e daí o senão) se a isso corresponder um aumento da qualidade dos serviços públicos. Não é preciso ser um  estudioso do funcionamento da função pública para perceber que nem sempre isso acontece. A Administração Pública portuguesa está envelhecida, incapaz de responder aos desafios do século XXI, e o Governo sabe-o. Para além do consumo de recursos cada vez mais limitados (mais de metade do que os portugueses produzem anualmente), o Estado é frequentemente criticado pela lentidão dos processos (basta olhar para a Justiça), pela excessiva burocratização dos procedimentos (Administração Fiscal) e pela falta de resposta às necessidades dos cidadãos (listas de espera na Saúde). 




 
< Ant   Prox >
 
Top! Top!